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terça-feira, 26 de maio de 2009

A Ameaça Agora Vem do Oriente

O secretario de defesa americano, Robert Gates, vai participar no proximo sábado em Cingapura, de uma reunião trilateral com representantes da Coreia do Sul e Japão, na pauta o impassa nuclear da Coreia do Norte.
A insistência da coreia em testar misseis de longo alcance tem preocupado o mundo todo, o que não se precisa nesse momento de crise, e nem em momento algum é uma corrida nuclear.
Esperamos que o impasse termine de forma favoravel a vida.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Eleição Anunciada No Sri Lanka

Após guerra, Sri Lanka anuncia eleições no norte do país


COLOMBO - O Sri Lanka anunciou hoje que realizará eleições em duas importantes cidades no norte do país, Jaffna e Vavuniya. A decisão foi noticiada pelo ministro do governo local Janaka Bandara Tennakoon uma semana depois das forças do governo derrotarem o Exército de Libertação dos Tigres do Tamil Eelam (LTTE), que controlou na prática um território na região durante anos. De acordo com o governo, as eleições na área serão realizadas o mais rápido possível.

As duas cidades ficam muito próximas da área antes controlada pelos rebeldes, no norte do Sri Lanka. Jaffna é considerada o centro cultural da minoria tâmil. Tennakoon disse que as eleições serão a primeira na área desde 1998. Segundo ele, será "o primeiro passo rumo à garantia dos direitos democráticos das pessoas no norte". A comissão eleitoral em breve anunciará a data da votação.

Na semana passada, o governo informou a morte do líder rebelde Velupillai Prabhakaran e o fim da luta do LTTE. O próprio grupo reconheceu a derrota. O LTTE lutou por 26 anos por um território independente para os tâmeis, marginalizados pela maioria cingalesa do país.

O presidente Mahinda Rajapaksa afirma que agora pretende negociar um compromisso político com os tâmeis. Com as recentes vitórias, Rajapaksa viu sua coalizão ganhar popularidade. A Aliança Unida pela Liberdade do Povo obteve uma vitória folgada nas últimas eleições provinciais

(O ESTADÃO)

Parece que vai se virar uma triste pagina do horror que um povo foi submetido por longos
anos. Triste episódio, e agora é preciso se construir dos escombros; muitas vidas foram ceifadas
e a humanidade precisa se conciêntizar que quem perde com a guerra é apenas o povo, com perca de vidas inocentes, crianças indefesas. Nada justifica a busca pelas armas.

terça-feira, 19 de maio de 2009

SRI LANKA

AINDA NÃO É POSSÍVEL SABER SE ACABOU A GUERRA.
A ONU afirma que houve um "banho de sangue" em uma área sob controle dos rebeldes do grupo Tigres de Libertação da Pátria Tâmil na região. Fontes médicas afirmam que cerca de 430 pessoas morreram durante ataques do Exército cingalês.
Crianças gravemente feridas eram carregadas por adultos, além de vários feridos, entre crianças e adultos, esperando ajuda deitados no chão. Fontes médicas afirmam que os hospitais improvisados na área estão lotados e não conseguem mais oferecer assistência médica apropriada.
"Devido ao grande número de civis feridos trazidos ao hospital, não temos mais condições de oferecer serviços a todos os pacientes", disse o agente, que pediu anonimato. "Muitos dos civis ficam sem tratamento por mais de 24 horas. Mais de 50% dos funcionários de saúde não estão comparecendo ao trabalho devido aos ataques."
O ataque teria ocorrido em uma área de aproximadamente três quilômetros quadrados onde estão confinados cerca de 50 mil civis. De acordo com a fonte médica, os bombardeios foram "terríveis" e houve centenas de civis mortos e outras centenas de feridos.
"Será difícil saber ao certo quantos inocentes morreram no último final de semana. Primeiro, porque nós não temos acesso a área", disse Gerson Brandão, brasileiro que chefia o Escritório de Coordenação de Ajuda Humanitária da ONU no Sri Lanka. "Segundo, porque muitos serão enterrados, ou cremados (seguindo a tradição hindu), sem que qualquer registro seja feito".
Brandão revelou que, segundo suas fontes, pelo menos 113 crianças morreram nos ataques do fim de semana.
"É quase impossível imaginar onde encontrar segurança em um campo de batalha, sobretudo, com uma densidade populacional tão grande.